Arquivo da categoria instrumento

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José Rui Lima

José Rui Lima, nasceu em S.Vicente, vive em paris.

1° CD ma grupo Sanjhera 1995

2° Mantenha 1997

3° Bem ma mim 2001

4° Promessa 2007

5° Ser Feliz 2010 

6º Falam d’amor, em colaboração com o Santos

 

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Mestre Baptista 1917-1998

22 de Dezembro de 1917, nascia em Ribeirão Fundo (então parte do Concelho do Paul), Santo Antão, João Batista Fonseca (MESTRE BATISTA). Desde jovem passou a viver em S. Vicente, tendo trabalhado como carpinteiro (participou em varias obras de renome na ilha, como na construção da igreja Salesianos e do Liceu Gil Eanes/Ludgero Lima). Desde criança era entusiasta de instrumentos musicais, tendo construído a sua primeira “requinta” partindo de desenho que ele próprio fez no chão.
No decurso da sua aprendizagem à construção de instrumentos, conheceu varias figuras da musica e das artes em S. Vicente. De um impressionante gosto pelo saber, estudava muito e aprendia (e de que maneira). De uma humildade particular, autodidata, desenvolvia, com sucesso, as suas capacidades artísticas. Com apenas 4º classe do ensino escolar (no seu tempo, não era pouco), contava com um distinto nível de conhecimento da história, da religião (não era praticante), da musica.
O Mestre Batista, como passaram a apelidar-lo, viria a ser um dos distintos construtores de instrumentos de corda, no país, como a guitarra clássica (acústica), cavaquinho, violino, bandolim, guitarra portuguesa, entre outros. Conceituado afinador de pianos, viajava pelas ilhas para afinar pianos acústicos, recuperava e reparava pianos. Tocava violão, cavaquinho, violino e clarinete.
Dos filhos, “herdamos” nomes sonantes da musica e exímios executantes de instrumentos de corda como Bau (Rufino Almeida), Danielson Batista, Luís Batista, Gerson Batista, Erikson Batista. No fabrico de instrumentos musicais, com ele aprenderam os filhos e o Aniceto Gomes. À uma das escolas de Monte Sossego, zona onde o tio Batista viveu por muitos anos até 1998, ano em que faleceu, foi atribuído o seu nome – MESTRE BATISTA. 

por Melício Óscar (sobrinho).

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Tony Marques

 António Bernardo Marques Figueiredo Ramos (Tony Marques)
25.06.1959 – 11.06.2001
Compositor, Músico, Guitarrista, Cantor, Vocalista e Intérprete Vocal –

Vencedor do 1º Festival de Todo o Mundo Canta

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Eça Monteiro

Eça Monteiro

Guitarrista, teclista

 

3 de Setembro de 1956, em S.vicente.

Imigrou para Paris onde vive.

 

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Tey Santos

Nha Nome ê Antero Julio Goncalves dos Santos, mais conhecido na meio musical pa Tey Santos ou Tey Bonga, m’nascêe na Ilha de S.Vicente, na 25/08/1954, m’ comeca ta toca que idade de13 anos, na latas de Manteiga margarine, Leite, objectos reciclode até um otcha um bateria na Casa de Nhô Padre Simões. Um ba substitui um baterista que entra na service militar! Nhas professor e mestres sempre foi uvi grandes bateristas, Art Blakey, Tony Williams, Max Roach e Billy Cobham, para alem de uvi Bandas Rock, Jazz, musica Latina e Africana, bem como nha pai ta fazem uvi musica erudita, sinfonias, num Radio Alemão à Valvula Blaupunt! Ess radio tem mais de 50 anos! Instrumentos que um ta toca ê bateria e percussões e um pouco de flauta de Bisel. Um participa na grupos musicais diversos. Kola, Mindel Band, Cabo Samba, Kings, Os Alegres, Black Blood, Pedra de Calcada, Sensations, Robins, Grito de Mindelo, Caites, Revolucao, etc.  Nesse momento ntita vive temporariamente na Santiago enquadrode num projecto de ensino de crianças e adultos de bateria e tambem ntita toca na Bulimundo e ma outros formações locais, para alem disso ntem gravado varios cds acompanhando outros artistas.

Tey Santos

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Nancy Vieira

Captura de ecrã 2017-11-16, às 13.07.35

Nancy Vieira nasceu em 1975 em Bissau, onde os pais juntaram-se o líder da luta pela independência de Cabo Verde e Guiné-Bissau, Amílcar Cabral. Cabral foi assassinado em 1973, pouco antes do período colonial de Portugal terminado com a revolução dos Cravos em abril de 1974. Cabo Verde ganhou a independência em 1975. Quatro meses após o nascimento de Nancy, a família Vieira mudou-se para a Praia, Cabo Verde da nova capital em Santiago, uma das dez ilhas do arquipélago. Nascido para esta liberdade recém conquistada, ela iria adquirir um forte senso de identidade na sua jornada artística e política. Seu pai, um músico amador, guitarrista e violinista, tornou-se Ministro dos transportes e comunicação no novo governo. Dez anos depois, ele retornou para Mindelo, ocupado, metropolitan porto na ilha de São Vicente, onde atuou como governador das ilhas de Barlavento (Ilhas “Barlavento”, norte).

Como Cesaria Evora, Nancy Vieira tem um repertório cuidadosamente construído. Além dos clássicos (B. Leza, Amândio Cabral), ela realiza obras do Teofilo Chantre e jovens compositores, sedeadas em Lisboa, especialmente Tutin d’Giralda. Então, como filha de um marinheiro, como ela poderia esquecer o homem que capitaneou o rebocador de Porto de Mindelo, Manuel de Novas? Ela encontrou uma faixa inédita por ele: uma ode à atração magnética intitulado Cigana de Curpin Ligante. Nancy também se aventura em território poético nunca explorado pelo maior dos cantores morna, Cesaria Evora. Por exemplo, o trabalho de Eugenio Tavares, teórico do gênero, poeta e aventureiro, com sua magnífica no Minino Na, inspirada por uma tradição cabo-verdiana. Sete dias após um parto, palavras doces, deliciosas do crioulo são sussurrou para o bebê antes de seu batismo: “Sono bida di sono di amor, dor de UO UO graça, ês nao sai sorti” (sonho de vida, sonho de amor, fortuna ou tristeza, que é o nosso destino).

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Lucibela

Captura de ecrã 2017-11-16, às 12.56.10Lucibela nasceu em Tarrafal na ilha de São Nicolau em Cabo Verde em 18 de abril de 1986.
Ela começou a mostrar interesse em cantar em uma idade muito precoce. Quando sua família se mudou para Mindelo, na ilha de São Vicente, provou ser o lugar perfeito para ela construir a sua paixão de infância. Ao entrar na escola, ela naturalmente se juntou a um grupo local chamado Mindel Som.
Alguns anos mais tarde, começou a cantar nos hotéis de Santa Maria na ilha do Sal e Sal Rei na ilha da Boa Vista. Ela aperfeiçoou sua técnica e se tornou um sucesso imediato com os turistas, executando canções de cantores famosos como: Cesaria Evora, Titina, Bana…
Em 2012, a jovem mudou-se para a Praia. Começou a participar em eventos musicais da capital.

 

En 2016, Lucibela fez sua estreia em Lisboa. Alguns jornalistas compararam com Cesaria Evora. “Cesaria é único e nunca vai haver outra Cesaria,” modestamente insistiu que a jovem cantorar. “Meu objetivo é continuar o trabalho que Cesaria começou. Eu quero cantar Cabo Verde  – como morna e coladera – praticamente em qualquer lugar do mundo,”ela confiava,”e eu quero ter sucesso por causa do meu talento.” Escolhido para participar da Expo de música Atlântico 2017 – uma grande montra da música onde músicos e produtores de todo o mundo se encontram no meio do Atlântico na Praia, verdadeiramente um hub da world music – Lucibela causou um rebuliço. Os amantes da música local já tinham se tornado fãs da cantora durante os anos quando ela se apresentou em bares e clubes de Praia, mas ela foi uma verdadeira revelação para os profissionais, jornalistas e promotores de espectáculo visitar a Expo.
Após seu triunfo lá, Lucibela está em estúdio para gravar seu primeiro álbum e partir para conquistar a Europa em 2018.

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Lura

Estudava educação física especializando-se mesmo em natação, em Lisboa, quando Juka, cantor de São Tomé, a convidou a participar no seu disco.“Eu tinha dezassete anos e era suposto eu fazer apenas coros, mas no final, Juka pediu-me para cantar um dueto com ele. Eu nunca pensei cantar, mas ele insistiu,” relembra Lura. Foi então que percebeu que tinha uma voz com um tom profundo e sensual. O resultado foi um sucesso e logo um produtor português a ajudou a gravar o seu primeiro álbum, um disco de dança direcionado à sua geração. Tinha então 21 anos. “O disco foi destinado principalmente às discotecas,” explica, mas apesar do cariz comercial do álbum, uma música, “Nha Vida” (Minha Vida), viria a ser alvo de grande atenção, ao ser incluído no disco Red Hot + Lisbon, no ano seguinte, em 1997. Ler mais

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Calu Bana

the-best

 

Carlos Lopes, known worldwide as Calú Bana, was born in Cape Verde Islands; Son of Rosinha de nha Guida and Eduardo João Xalino also, a noted Capeverdean singer and guitarist. With the inspiration of Ildo Lobo and Bana; following in his father’s footsteps, Calú Bana began singing at an early age and was introduced to the music world while still in his early teens. Selected to appear in the First Annual All Star Singing Contest (Tudo Mundo Canta). Calú Bana won that first competition and was on his way, taking with him his new nickname and critical acclaim. 

1989-1996 Calú Bana won his second All Star singing contest. Since then Calú Bana has participated in bands like Cimbodiana, Arpa Sound, Ice Band, and Os Pecos. Calú Bana has recorded with Os Pecos band and collaborated with musical friends releasing recorded titles such as: Mulata, Fernandinha, Sonhe Realizode, Trauma, Desejo, Nen 1 Centavu, Metaforfose, Aguenta Funana, Criolinha, Paixao Alucinado, Nha Maninha with most of which were written and composed by Calu Bana himself.

 1997-2006 Calú Bana, joined force with music producer Manny Rodrigues of MR Productions to record his first solo CD, “Pescador” which then lead to his second hit solo “Calor d’um Amor” also produced by Manny Rodrigues. He has toured to Cape Verde, Paris, Holland, Canada, Portugal, and Sweeden. Calu Bana has also written, composed and produced many of his releases like: Rainha de Nha Tronu, Amor Fabricado, Nha Terra Nha Kretcheu arranged by Cesar Lima and Russian Symphony Conductor Gregory Ayrian.

2012-2015   A acoustic cd (Calú Bana Canta Manuel) D’Novas. This unique effort  encompass a number of song styles (Mornas) of one of the Best Capeverdean composer ever born, Arranged by Dany Carvalho

Calú Bana has also collaborated with fellow singers and musicians  like: Bana,  Zeca Nha Reinalda, Norberto Tavares, Eduardo Joao Xalino,  Manuel D’Novas, Djo D’Loy, Ildo Lobo, Mirri Lobo, Katchas, Zequinha Bulimundo, … and many more.

Calú Bana still finds the time to devote to charitable events. He loves to entertain young folks with Kola Zouk, but his passion is his Cape Verdean roots of morna, coladera, batuku and funana. This amazing capeverdean talent, with unique deep yet smooth voice and incredible performer capabilities to vibrate the crowd, is a humble family man, a great friend to have.

2016 Calú Bana is currently working on a single Sonho Ralizod2.

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